Algumas mudanças ultrassonográficas podem ser vistas como resultado da pancreatite aguda severa ou da crônica, tais como abcessos e pseudocistos. Ambos possuem aparência sonográfica semelhante, geralemente única, de aspecto cavitário, anecogênico ou hipoecogênico, com pouco ou nenhum eco interno, apresentando reforço acústico posterior , formato oval, paredes espessas e irregulares e de tamanhos variados. O parênquima pancreático se encontra hipoecogênico ao redor do pseudocisto e a gordura mesentérica adjacente ao pâncreas encontra-se hiperecogênica, podendo haver espessamento de parede em alças intestinais. Essas alterações não podem ser diferenciadas entre si somente pela ultrassonografia e são consideradas raras em cães e gatos.

Os abcessos são pouco comuns e desenvolvem-se como resultado de uma infecção do tecido pancreático necrosado.

Os pseudocistos pancreáticos são coleções fluidas que contêm enzimas pancreáticas e debris, que se acumulam em um saco de tecido fibroso não epitelial formado em decorrência de alterações inflamatórias entre serosas, peritônio e mesentério. Os pseudocistos podem estar associados as pancreatites aguda e crônica.

Imagem Ultrassonográfica do pâncreas de um felino:

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Fonte: Ultra-sonografia em Pequenos Animais; Carvalho C., Ed. Roca; Atlas de Ultrassonografia de Pequenos Animais; Pennick D., Ed. Guanabara

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